segunda-feira, 3 de junho de 2013

                     

Ticiane pediu separação de Justus por causa da difícil convivência

 


Não é de hoje que Ticiane Pinheiro está insatisfeita com Roberto Justus. Segundo uma pessoa próxima ao casal e ouvida na quinta-feira pela Retratos da Vida, ela vinha já há algum tempo reclamando do gênio difícil do marido, que não a tratava bem nas frente das amigas.
O casamento de oito anos, segundo a fonte da coluna, vinha, então, sendo mantido por aparências. Em público, o apresentador e empresário enchia a mulher de mimos. Cansada, Ticiane decidiu pedir a separação, confirmada na quinta-feira através de um comunicado assinando em conjunto pelo casal.
“Decidimos, em comum acordo, nos separar, mas continuaremos unidos pelo amor a nossa filha Rafaella e pela amizade e respeito que nutrimos um pelo outro”, diz o comunicado.
Os rumores sobre o fim do casamento de Roberto Justus e Ticiane Pinheiro começaram na festa em comemoração aos 50 anos de Xuxa, na última segunda-feira, em São Paulo.
Apesar de chegarem juntos e posarem para as fotos, eles permaneceram distantes durante todo o evento. O casal é pai da pequena Rafa, de 4 anos. Justus tem quatro filhos e já teve um relacionamento com as apresentadoras Eliana e Adriane Galisteu, com Sasha Crysman e com a jornalista Cristina Prochaska.
                                             
Famosos

Gianecchini: "Hoje em dia deixo as coisas acontecerem de forma natural"

 

Famosos

Gianecchini: "Hoje em dia deixo as coisas acontecerem de forma natural.

Reynaldo Gianecchini prestigiou na noite dessa quarta-feira (15/05) um coquetel realizado no Escritório de turismo da Itália no Brasil (ENIT), em São Paulo, para celebrar o apoio da entidade ao filme  “Diminuta”, do qual ele é protagonista.
No longa, que começará a ser filmado em setembro, o ator interpretará um músico de jazz. “Ainda estamos em processo bem inicial. Eu tive pouquíssimo contato até agora. Aceitei fazer porque li o roteiro e adorei. Basicamente, faço um cara que depois de tantas dificuldades é salvo pela música. E fala um pouco da história do jazz, que é muito legal”, contou ele, entrevista ao iG Gente.
Gianecchini fará algumas cenas de seu personagem em Campanha, na Itália, e falou sobre sua ligação com o país. “Sempre que tive a oportunidade de trabalhar lá, como em 'Passione' e 'Esperança', foram meses muito enriquecedores para mim, de absorver muita coisa boa”, afirmou.
“Ainda não penso em ser pai”
Além deste longa, Gianecchini está cheio de projetos para este ano. Nesta sexta-feira (17/05) ele reestreia a peça “Cruel”, desta vez no Rio de Janeiro, em junho começa a filmar “SOS Mulheres ao Mar”, com Giovanna Antonelli, e em setembro entra em cartaz com o espetáculo “Toca do Coelho”, com Maria Fernanda Cândido. “A gente cansa só de pensar (risos)”, comentou o ator.
Com tanto trabalho, sobra pouco tempo para a vida pessoal. Solteiro, Gianecchini disse que ainda não pensa em ser pai.
“Essas coisas acontecem, não tenho a menor preocupação com isso. Eu não faço planos a longo prazo pra nada. Hoje em dia deixo as coisas acontecerem de forma natural, até porque a vida surpreende a gente o tempo todo e quero estar muito aberto para as coisas que chegam. Estou deixando a vida me levar junto com o Zeca Pagodinho (risos)”, brincou.
“Continuo sendo otimista”
Gianecchini chamou a atenção no evento pelo seu novo visual, sem os cachos no cabelo. “Meu cabelo voltou a ser como era antes [o cabelo do ator mudou após ele fazer quimioterapia para curar um câncer no sistema linfático]. Ele cresceu, cortei as pontas e voltou a ficar liso. Eu não estranho nenhum visual, acho o maior barato mudar. Eu supercurtia meu cabelo de cachinho”, explicou.
O ator assumiu que não aguenta mais falar sobre o tratamento que passou devido à doença, mas que faz sempre questão de participar de campanhas beneficentes e de apoio às pessoas com câncer.
“Eu acho meio chato bater sempre na mesma tecla. Mas também acho muito importante, por exemplo, eu estar envolvido com campanhas beneficentes. Eu, de alguma forma, sinto uma necessidade enorme de me doar, de ser solidário, porque foram comigo”, comentou.
Gianecchini se sente feliz em ser um exemplo de luta para outras pessoas.
“Sempre me falam ‘você incentivou tantas pessoas com o seu otimismo’, eu acho muito gostoso ouvir isso, procuro sempre mostrar que é isso aí, ‘vamos passar com leveza pelas coisas’, não só em doenças, mas em tudo na vida. A gente tem que topar os desafios que a vida nos impõe e ver o que temos que tirar disso. Eu continuo sendo muito otimista com tudo na minha vida e faço questão de ajudar a pessoas, mas o meu processo de cura, em si, não aguento mais falar, isso é verdade”, finalizou.
                                        
                                                 Fofocas Do Dia...




          
Nem anão segura a audiência de Geraldo Luís! O “Hoje em Dia”, exibido na manhã desta e o “Balanço Geral” exibido na tarde desta sexta-feira, 31 de maio, deixaram a Record em terceiro lugar de audiência. 

De acordo com dados prévios do IBOPE,  o “Hoje em Dia”  marcou 3.8 pontos de média. No horário, a Globo liderou com 6.3 pontos e o SBT marcou uma média de 5.7 pontos.
Já o “Balanço Geral SP”, comandado por Geraldo Luís, alcançou 4.4 pontos de média. No horário, a Globo registrou 10.5 pontos e o SBT obteve 6.3 pontos de média. A Band, por sua vez, marcou 3.6 pontos.
Cada ponto representa 62 mil domicílios na Grande São Paulo. Os números acima são prévios e podem sofrer alterações para mais ou para menos no consolidado.

                                         Fofocas Do Dia...











Não vou me estender sobre o final lamentável de Balacobaco. Prefiro me concentrar nas duas boas semanas de Dona Xepa, na telinha da Record. Mas, para ninguém dizer que desprezei o último capítulo de Balacobaco… Vamos lá! A despedida da novela de Gisele Joras primou pelo amadorismo. Fiquei absurdamente decepcionado porque gosto da autora e sua novela seguiu uma trajetória bem simpática. Não merecia chegar ao fim de forma melancólica. O que era para ser cômico, não teve graça; o que era para ser emocionante, deu sono; e o que era para ser dramático, provocou gargalhadas. Como pode no último capítulo de uma novela que tem um vilão fantástico como o Norberto (Bruno Ferrari) não rolar um confronto definitivo entre ele e os mocinhos Eduardo (Victor Pecoraro) e Isabel (Juliana Silveira)? Os protagonistas, aliás, viraram meros coadjuvantes, justamente no encerramento da novela. O final de Norberto foi ridículo. Ele levou um tiro, depois de um blá blá blá chatíssimo com Magno (André Segatti) e, em nenhum momento, foi falado que seu corpo havia desaparecido só que, do nada, o sujeito reapareceu disfarçado de negro, assim como as picaretas Paranhos (Bárbara Borges e Roberta Gualda), deixando no ar a dúvida se ele havia ressuscitado ou se tratava de um sósia. Ridículo! A esculhambação continuou em todas as cenas seguintes e curti apenas o casamento de Vicente (Rafael Calomeni) e Mirella (Thaís Pacholek, que foi muito mal aproveitada na história).
Entre as péssimas atuações de André Mattos, André Segatti, Antônia Fontenelle e Rafael Calomeni, salvaram-se as boas presenças de Juliana Silveira, Bruni Ferrari, Bárbara Borges, Roberta Gualda, Alice Assef, André Di Mauro e Thaís Pacholek. Já Simone Spoladore, coitada, pagou um micaço na revelação de que Vitor era Violeta. Deu pena!

DONA XEPA CHEGA COM TUDO!
Já disse aqui que não sou muito chegado a remakes, talvez, porque goste de manter na memória as tramas originais, que marcaram a minha vida. E a interpretação antológica de Yara Cortês como Dona Xepa, era um desses casos, o que me deixou bastante receoso com a versão produzida pela Rede Record, que estreou no dia 21/05, tendo Ângela Leal como protagonista. Nada contra Ângela, que sempre foi uma belíssima atriz, que fique bem claro. Mas todos os meus temores se dissiparam ao vê-la em cena. Ângela está perfeita como a humilde feirante, faz uma emocionante homenagem a Yara Cortes – uma das mais fortes influências no início de sua carreira – só que, ao mesmo tempo, dá para a personagem identidade própria. É um trabalho bem construído e que anda à beira do precipício da caricatura. Até agora, Ângela caminha com firmeza, usando toda sua experiência para dosar o lado cômico e o fortemente dramático de Xepa. Um desempenho realmente primoroso.
Thaís Fersoza é outra que está ótima como Rosália, dando humanidade para uma figura tão antipática e ambiciosa como a filha que tem ódio de ser pobre e morre de vergonha da mãe. E Arthur Aguiar vem comendo pelas beiradas, acertando no tom introspectivo do Édison. Aplausos ainda para Bemvindo Sequeira (Dorivaldo), Bia Montez (Matilda), Rayana Carvalho (Lis), Alessandra Loyola (Camila), Angelina Muniz (Pérola), Gabriel Gracindo (François), Gabriela Durlo (Isabela), Marcella Muniz (Geni), Emilio Dantas (Benito), Pérola Faria (Yasmin) e Alessandra Loyola (Camila). E, quem diria, a ex-dançarina do Domingão do Faustão, Robertha Portella, mostra ter potencial na pele da fogosa Dafne, a Mulher Tuti-Fruti.
Infelizmente, nem tudo são flores na feira. Luiza Tomé, por exemplo, leva o troféu abacaxi. Ela usa e abusa do direito de ser canastrona como a perua Meg Pantaleão. Juan Alba (Marcos) é outro… A cada dia que passa ele parece desaprender o básico da arte da interpretação. E Maurício Mattar (Júlio César Pantaleão) é um caso perdido mesmo… Confesso que ainda estou em dúvida no que se refere às atuações de Márcio Kieling (Victor Hugo), Alexandre Barillari (Robério) e Augusto Garcia (Graxinha). O primeiro alterna bons e maus momentos, mas acho que falta estofo ao rapaz para dar verdade a um personagem em terno conflito com o pai, Júlio César, e inseguro com o que realmente deseja para sua vida. Já Alexandre está super caricato, só que, ao mesmo tempo, esse exagero tem rendido agradáveis momentos cômicos. E sinto que Augusto ainda não se encontrou com o Graxinha, o que é compreensível. O mecânico é um personagem difícil mesmo: afeminado e cheio de tiques e manias. Vou dar uma chance ao rapaz para ver como ele irá construir seu papel. Não curti também a abertura. É praticamente idêntica a de Vidas em Jogo (2011), tem cor demais, como a de Balacobaco, e revela certa preguiça da equipe de produção da emissora para criar algo novo.
De maneia geral, Dona Xepa agradou. Tem um ritmo ótimo, graças à direção esperta de Ivan Zettel e sua equipe. Gustavo Reiz, apesar de jovem, não é bobo e sabe bem como manipular a emoção do público e tem boa pegada para o humor. Se a equipe conseguir     conservar toda essa agilidade , vamos constatar que Dona Xepa, sim, é do balacobaco!